
Nobre Editor :
A categoria dos serventuários do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro encontra-se realmente em um momento delicado. Fomos vitoriosos em uma ação que já se arrasta por longos 13 anos, e agora quando vislumbra-se uma possibilidade de incorporar um percentual a título de adiantamento, ou quem sabe, para encerrar definitivamente essa longa novela, esta mesma categoria não dá o respaldo que o Sindicato necessita, pois engana-se quem pensa que nossos governantes irão conceder gratuitamente algum benefício, mesmo que reconhecido, pasmem, pela própria Justiça. É necessário que cada serventuário se conscientize que sua participação pessoal é fundamental para alguma conquista. Não vamos agora despejar toda a responsabilidade nos ombros da Diretoria do Sindicato, mas antes, vamos participar efetivamente das manifestações, a fim de mostrar aos donos do poder que uma categoria unida pode ir além de uma Assembléia e de um Ato Público. Digo isso porque, infelizmente, na atual fase de negociação não vejo outra saída senão, como bem colocado por você no Jornal, tirarmos a coragem do fundo do baú e pensarmos seriamente em paralisação, já que em caso contrário seremos enrolados por quem sabe mais um, dois, três anos...
CORAGEM SERVENTUÁRIOS DO PODER JUDICIÁRIO FLUMINENSE !!!
A LUTA NÃO PODE PARAR !!!
UNIDOS CONSEGUIREMOS A VITÓRIA !!!
Cordiais saudações,
Adilson Luís
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Sr. Editor :
Acho que não adianta nada ficar falando que precisamos nos unir, etc. etc.
É tudo papo furado.
Na verdade quem não dá a menor bola para assembléias, atos públicos, etc. etc. é o pessoal da Capital.
O pessoal do interior já está de saco cheio de perder um tempão de viagem para chegar aí e não ter quase ninguém e não se resolver nada, ficar tudo na mesma.
O sindicato também precisa tomar vergonha na cara e não ficar junto com o Presidente do Tribunal nessa enrolação.
Chega de vaselina, agora a categoria precisa mesmo resolver se quer ou não quer alguma coisa.
Se quer, vamos botar pra quebrar, se não quer, vamos logo esquecer tudo e depois chorar na cama que é lugar quente ...
Um abraço,
Eduardo Paes
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