
Entendemos que há uma série - não muito grande - de objetivos que o Sind-Justiça, por seus coordenadores, poderia atingir.
Mas é preciso agir com a maior rapidez possível.
Pelo simples fato de que este é o último ano de gestão do atual Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Des. Manoel Alberto.
O atual Presidente transformou-se de cruel "inimigo" da gestão sindical anterior , que considerava absolutamente radical, em homem de diálogo fácil com a atual gestão.
Não se sabe ainda - nem mesmo a "rádio corredor" ou as nossas fontes na cúpula do TJ - quem sucederá ao Des. Manoel Alberto e, principalmente, como será o seu temperamento nas relações com a Categoria representada pelo sindicato.
Por isto é preciso correr...
E a prioridade - o tema mais importante - é, claro, o PCCS - que, no próximo dia 26 de Janeiro, estará completando UM ANO DE PARALISAÇÃO nos misteriosos meandros do Tribunal.
Claro, todos sabemos que esta não é uma "briga" fácil : talvez nem tanto a atual administração do TJ, mas sim o "governador" Sérgio Cabral Filho , tentará tudo para impedir a concretização de um plano que representa DESPESA para ele.
Mas o novo (???) PCCS faria justiça aos serventuários deste estado - que são hoje, dos mais mal remunerados do Brasil.
Outros ítens também são importantes e talvez mais "conseguíveis", como a EFETIVAÇÃO DA PARIDADE PARA TODOS OS SERVENTUÁRIOS - dentro das variáveis e dos parâmetros legais, claro, pois há servidores que foram, por exemplo, aposentados no antigo índice 1.600 ( o maior da época, há uns 10, 12 anos atrás - e até hoje não conseguiram a paridade, embora amparados pela Constituição Federal . E, ainda falando de inativos, porquê não deixar desde já definido que também eles terão direito à gratificação de natal que sempre lhes foi negada ? Ou aposentados e pensionistas não comem em Dezembro ???
Um alvo mais imediato, porém também muito importante, é a implantação dos 24% para os 280 "sacrificados" - os últimos excluídos desta "vitória de Pirro" no TJERJ.
E não poderia faltar, claro, outro "alvo importantíssimo" : o percentual de reposição anual , que o "desgovernador" quer reduzir ao mínimo enquanto estiver pagando as parcelas dos 24% ganhos depois de uma luta judicial de 22 anos e que deveria ter sido paga a TODOS imediatamente após o término das possibilidades de recursos. Fato este que ocorreu com a conivência e a participação do PIOR PRESIDENTE - E MAIS "TRAMBIQUEIRO" - que o TJ já teve : Luiz Zveiter ( que Deus o leve rápido para ajudar a limpar este planeta ).
O Presidente do TJERJ está receptivo. É preciso, portanto, aproveitar.
E a luta - no bom sentido - precisa começar IMEDIATAMENTE.
Desejamos que os coordenadores do Sind-Justiça continuem trilhando o caminho de vitórias que seguiram até agora.
E que em 2012 a Categoria "vá à forra" de tudo o que sofreu nos anos anteriores.