Os pontos mais contestados pelo sindicato dos advogados são a impossibilidade de acessar o interior dos cartórios, o pequeníssimo espaço para atendimento nos balcões, a impossibilidade de os atendentes memorizarem o andamento dos processos, e a deficiência na informatização, dificultando o acesso dos próprios serventuários aos processos.

O comparecimento dos serventuários foi muito pequeno : menos de vinte assistiram ao debate destes temas tão importantes para a categoria.
No entanto, foi bom o resultado final, com uma tomada de posição relativamente a alguns pontos de consenso.
Compuseram a mesa do debate , além dos presidentes do Sind-Justiça e da AOJA-RJ, um diretor do Sindicato dos Advogados e o presidente da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, tendo sido o representante do sindicato dos advogados o primeiro a falar.
O sindicato dos advogados faz , como a OAB-RJ, sérias restrições ao modelo de banca única atualmente em funcionamento.



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Deste debate foram tiradas conclusões que o Sind-Justiça comprometeu-se a encaminhar e negociar com a cúpula do Tribunal.
São elas : necessidade de aumento no número de serventuários concursados para serviço nos cartórios ; fim das terceirizações que hoje ocupam cerca de duas mil vagas ; aumento do espaço destinado ao atendimento de advogados , hoje muito exíguo; aumento significativo no número de computadores por cartório e, finalmente, atualização e modernização dos programas utilizados pelo Tribunal.
Estes são assuntos sobre os quais os debates estão apenas começando. A Corregedoria-Geral garante que os problemas hoje existentes estarão solucionados até o fim do ano, já que o Processamento Integrado é irreversível .
Os serventuários, embora duvidem muito, torcem para que isto seja verdade !