

A governadora está meio enrolada...
Para
a ABATERJ, ESAJ e TJERJ pela excelente organização e qualidade
da 4ª SEMANA DO SERVENTUÁRIO na Comarca da Capital.
O show de Paulinho da Viola foi excelente, o teatro idem e o Festival da Canção e o Concurso de Poesias não foram menos .
Os dirigentes das instituições acima estão, por isto, de parabéns.
O que não invalida o sinal vermelho aí ao lado.
Para
a baixa qualidade do Plano de Saúde que está sendo preparado
para os serventuários da Justiça.
Pelas informações que nos chegaram até o momento, ele é caro e ruim.
Possivelmente esteja sendo feito - mesmo - para não funcionar.
Os serventuários, por seu sindicato, devem ficar em alerta máximo com relação a este assunto !
Para
a ABATERJ, ESAJ e TJERJ por ignorarem completamente os serventuários
das Comarcas do Interior quando da realização da Semana do Serventuário.
No interior trabalha-se tanto ou mais que na Capital.
E nem uma palavra sequer de lembrança e agradecimento...
Isto é uma vergonha !
Há mais de um ano que alertamos para esta discriminação, mas até agora ninguém falou absolutamente nada sobre o assunto.
Nem para explicar porquê !..


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com som
Mais
uma vez a ALERJ socorre o funcionalismo público estadual, aí
incluídos, claro, os serventuários da Justiça.
Para poder pagar - segundo diz a governadora Benedita - o 13º salário do funcionalismo, foi aprovada naquela casa legislativa a mensagem do Poder Executivo que cria o Fundo de Recebíveis do Governo do Estado.
A governadora do repolho na cabeça pirou mesmo...
Quem é que vai investir voluntariamente os seus recursos financeiros em um estado que ela mesmo apregoa aos cinco ventos que está falido ?
Segundo ela, a garantia de pagamento está no recolhimento futuro dos impostos estaduais.
Você arriscaria sua poupança ( se tivesse ) numa fria destas ? Constituída pelos chamados papéis podres ?
Claro que não, você não é doido nem nada...
Benedita declarou que a prioridade agora é o servidor , ainda que para pagar os salários seja necessário adiar pagamentos a fornecedores.
Mas o grande mistério continua : para onde está indo a arrecadação do estado ? Pois se até para pagar o salário de Setembro o Tribunal de Justiça teve que emprestar R$ 50 milhões ?
Ainda vamos sofrer muito com isto.
E, a não ser que a governadora eleita consiga tirar coelho da cartola, dificilmente vamos ver a cor do 13º salário dentro deste ano .
Pô, Benedita, vê se vai embora logo, tá ?
É difícil fazer uma listinha.
Afinal, os serventuários precisam de tantas coisas...
Mas vamos tentar algumas que nos parecem as principais :
1) Data - base fixa e respeitada pelo Poder Judiciário.
Já se sabe que todo ano é a mesma coisa : uma gigantesca luta para conseguir a reposição da variação anual do salário mínimo, parâmetro para a remuneração dos diversos índices dos serventuários. Ao final o sindicato consegue o desejado, mas sempre com um ano de atraso .
A reposição dos 19,2% conseguida neste ano de 2002 corresponde, na realidade, à variação do salário mínimo em 2001.Com isto, os salários dos serventuários estão sempre com uma defasagem de um ano .
Ora, a cúpula do Tribunal está cansada de saber que vai acabar concedendo estas reposições - até por que isto já é uma tradição que já criou jurisprudência no TJERJ.
2) Pagamento dentro do mês trabalhado .
Até por uma questão de equidade, pois juízes e desembargadores recebem seus salários no último dia útil do mês trabalhado. É um deboche pagar aos serventuários 10 dias após os demais segmentos do Poder Judiciário terem recebido seus salários.
3) Um Plano de Saúde decente .
Não este engana-otário que o TJ está preparando.
Quem vai pagar mais para ter menos ? Continuamos defendendo que - com a quantidade de serventuários participantes potenciais - o mais indicado seria um plano de auto-gestão, administrado paritáriamente pelo TJ e por representantes da categoria. Não um golpe do baú como foi o do Sind-Saúde sob a direção (?) de Paulo César . Mas uma coisa séria e transparente, com bons médicos, clínicas e hospitais credenciados diretamente.
4) Vale-refeição e vale-transporte distribuídos em dinheiro para todos, inclusive para os aposentados.
5) Igualdade de tratamento entre serventuários da Capital e do Interior.
Esquecemos de alguma coisa, não é ?
Mandem-nos um e-mail que nas próxima edição nós publicamos, ok ?
