O SERVENTUÁRIO Independente
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Criminalista, sua paixão verdadeira era o jornalismo .

Como jornalista trabalhou em O DIA, A NOTÍCIA e na Rádio Globo , entre outros veículos de comunicação. No jornal ÚLTIMA HORA , ainda na época de Samuel Wainer, escreveu por muito tempo a coluna LEI DOS HOMENS, comentando os acontecimentos da Justiça e dos Fóruns.

A partir de Agosto de 1990, após aposentar-se, passou a trabalhar na Assessoria de Imprensa do TJERJ, onde ficou até o seu falecimento.

O impressionante em Mário Augusto, além da sua cultura, do seu temperamento manso e sempre disposto a ajudar, era sua seriedade.

Jamais usou de qualquer expediente menos ético, nem mesmo para aceitar vários empregos que lhe foram oferecidos e que lhe seriam financeiramente muito vantajosos . Era daquele tipo de Homens cuja espécie está em extinção.

Na solenidade em que foi dado seu nome à sala da Assessoria de Imprensa do TJERJ e à qual compareceram sua esposa e filhos além de inúmeros amigos , os discursos foram todos emocionados. Mas palavras não são suficientes para descrever Mário Augusto : é preciso ter tido, como nós tivemos, o privilégio de conhece-lo.

Mário Augusto... que seu nobre exemplo ilumine nossos caminhos !

Jornalista, advogado, 83 anos de idade.

Tudo isto seria apenas comum se não se tratasse de Mário Augusto Nascimento Rodrigues de Oliveira, companheiro da Assessoria de Imprensa do TJERJ falecido em 25 de Agosto de 2002.

Mário Augusto era um dos poucos remanescentes daquela categoria de Homens que dedicaram suas vidas ao culto da seriedade e da ética.