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Tomou posse nesta data, 03 de Fevereiro de 2003, o novo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Desembargador Miguel Pachá e o novo grupo de comando do TJERJ .
O Des. Pachá foi eleito em 16 de Dezembro último, como candidato único ao cargo , por 151 Desembargadores, com dois votos em branco, quatro nulos e três ausências por motivo de saúde.
O novo Presidente do TJ ingressou na magistratura diretamente no Tribunal de Alçada Cível em 1979, pelo quinto constitucional, tendo sido promovido a Desembargador em 1993 .
Uma verdadeira multidão lotou completamente o 10º andar do Fórum Central. Foi necessário colocar grande quantidade de cadeiras e um telão para acomodar a massa de convidados.
Todas as personalidades e autoridades se fizeram presentes, menos a governadora Rosinha, que preferiu - não se sabe por qual motivo ( ou será que se sabe ? ) - mandar o vice-governador Luiz Paulo Conde em seu lugar.
Representando os vários segmentos da categoria, lá estiveram Amarildo Silva, pelo SIND-JUSTIÇA , Sidney Marcello pelo SINTERJ e André Moreno pela AOJA-RJ.
O Desembargador Marcus Faver, após emocionado discurso que o levou às lágrimas, deu posse ao novo Presidente, Desembargador Miguel Pachá que, tendo prestado juramento e assumido formalmente, deu, por sua vez, posse aos demais eleitos para o biênio 2003/2004.
Seria bom que os serventuários lembrassem que, apesar das dificuldades, o Des. Marcus Faver foi um dos Presidentes do TJ que mais se importou com a categoria . Até mesmo antes de sua posse e face a motivos de doença do então Presidente Humberto Manes, o Des. Faver teve que resolver situações ligadas à reposição salarial que era pleiteada naquela época. Depois outras medidas positivas vieram : vale creche ( que beneficiou os servidores do interior ) Plano de Carreira ( lembrem-se que foi com sua concordância que foram feitas as modificações na ALERJ ), reposição dos 19,2%, etc.
O novo Presidente, Des. Pachá e o novo Corregedor-Geral, Des. José Lucas Moreira Alves de Brito têm temperamentos completamente diferentes.
Como não é possível prever como será a gestão da nova cúpula do TJERJ, espera-se que ambos - Presidente e Corregedor-Geral - trabalhem de maneira uniforme, sem dissensões internas.
Como você, serventuário a quem este jornal é dirigido, vai ler na próxima página, os novos dirigentes do Tribunal vão se defrontar logo logo com a imensa insatisfação da categoria, relativa ao não pagamento do 13º salário e à substancial piora no calendário de pagamentos.
O SERVENTUÁRIO Independente parabeniza a todos - aos dirigentes que estão saindo e aos que estão entrando - e espera que os que agora assumiram tenham uma gestão profícua e não esqueçam nunca que sem seus servidores este Poder não funciona !





