
Meu caro Editor :
Como aposentado tenho apreciado muito a sua luta em nosso favor.
Realmente, o Tribunal de Justiça diz que é o defensor e aplicador das leis mas ignora propositalmente o dispositivo do parágrafo 8º do Art. 40 da nossa Constituição.
Ali está absolutamente claro que quando houver modificação nos padrões de remuneração do pessoal da ativa também a nossa remuneração terá que ser revista, sendo exatamente isto que chamam de PARIDADE .
Mas quando é do interesse dele, TJ, a lei é "esquecida" ou passa a ter outra interpretação.
É lamentável que isto esteja acontecendo.
Espero estar vivo quando esta equiparação sair, pois tenho 67 anos e já estou "mais pra lá do que pra cá" .
Um abraço e parabéns pelo jornal, que está cada vez melhor.
Anísio Xavier
por e-mail


Prezado Sr. Elmo Monteiro (editor)
Como filiado ao Sind-Justiça quero neste e-mail reclamar do excesso de assembléias e da falta de resultados.
Na última assembléia, por exemplo, nos foi comunicado pelo presidente Amarildo que não havia novidade nenhuma a comunicar, ou seja, que continuava tudo como antes.
Plano de saúde, vale refeição, etc etc tudo estava na mesma.
Na realidade a última assembléia serviu só para avisar que a partir daquela data estaria o sindicato cuidando do novo estatuto.
Tudo bem que isto tenha lá sua importância, mas não precisavam marcar outra assembléia só pra escolher os oito ( eu acho ) integrantes da tal "comissão de sistematização".
Talvez seja por causa de coisas como esta que as últimas assembléias não tiveram quase ninguém.
Atenciosamente,
João Marcos Albuquerque
por e-mail
Página com som
Resposta do editor : É, amigo Anísio, é exatamente isto que você fala. Quando o assunto não interessa à cúpula do TJ eles procuram dificultar ao máximo a sua apreciação.
Muito obrigado pelo elogio e continue conosco.
Resposta do editor : Prezado João Marcos : achamos que você tem razão. É muita assembléia pra pouco assunto. Coisa que até um dos diretores reconhece na entrevista da pag. 3 .
Um abraço e continue conosco.