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Quem conhece Amarildo Silva, presidente do Sind-Justiça sabe muito bem que ele é incapaz de qualquer violência - principalmente física.
Assim, soou como explícita pressão sobre o Sind-Justiça a sua condenação a 10 dias de suspensão em um processo em tudo e por tudo inquisitorial.
A funcionária que acusou Amarildo de te-la agredido fisicamente não deveria estar, naquele momento pelo menos, na posse de seu juízo perfeito.
Quanto ao processo, que envolveu também o diretor Alexander Brasil, foi uma peça em que ficou claramente demonstrado o ânimo de punir, possivelmente para intimidar, já que não houve qualquer prova de que o fato alegado tenha realmente acontecido.
Lamentavelmente para os serventuários, a atual administração do TJRJ tem se mostrado rude e intolerante, e as relações com os representantes legítimos da categoria têm sido frias e distantes. A diretoria do sindicato é recebida pela presidência do TJ quase como se fosse um favor, e os pleitos são habitualmente empurrados com a barriga !
É por estes motivos, somados ao fato de que a categoria não consegue se mobilizar em defesa de seus direitos, que faz com que as perspectivas de melhorias - aí incluídos plano de saúde, vale transporte ou vale refeição - sejam remotas. E que qualquer reposição salarial este ano seja quase que impossível.
Lamentavelmente, o temperamento do atual presidente do TJ, des. Miguel Pachá, dificulta o diálogo e, por consequência, qualquer negociação.
Há quem afirme, ainda, que o Fundo Especial do TJ está passando por um momento difícil - o que dificultaria a solução de algumas reivindicações, como os vales e o plano de saúde.
As perspectivas de melhorias são poucas, muito poucas.
Os serventuários devem fechar o ano como estão hoje, sem qualquer novidade relevante.
Nem a equiparação ( paridade ) de aposentados e pensionistas, que é constitucional e pela qual os magistrados tanto batalharam está sendo concedida.
Teremos mais um ano e meio duros pela frente ...
